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NOITE DA BELEZA NEGRA
VAMOS AO PAGODE
OFICINAS
O Agbara Dudu oferece oficinas de: Percussão, Cavaco, Dança Afro, Artesanato, Bijuteria e acessórios! Venha fazer parte da família Agbara! Esperamos vocês!
TERREIRÃO
PAINEL RIO DE CULTURA
Semana da África Agbara Dudu
Um tributo ao Mestre Paulo da Portela
Assim foi o nosso dia de lançamento do Projeto CEAADP, com a presença luxuosa do Mestre Vovô do Ile Aye da Bahia.
Sobre nós
O nome Agbara Dudu significa em yorubá “Força negra”. Considerado o primeiro bloco afro do Rio de Janeiro, foi fundado em 04 de Abril de 1982. Tem em sua trajetória 36 anos de existência com inúmeros trabalhos Afro Culturais e musicais.
O Bloco Afro Agbara Dudu surgiu com a característica de mantenedor das tradições, mesmo fora do período de carnaval, assim como alguns blocos de Salvador o fazem, entre eles, Olodum, Ilê Aiyê e Araketu. Entre seus fundadores, diretores, compositores e colaboradores diretos estão Reginaldo da Portela, empossado 1º presidente, Vera Mendes (Vera Agbara, 2º presidente), Ednaldo Lima (3º presidente), Zezé Guimarães (presidente), Hélio de Assis (diretor), Luiz Rei, Alcinéia F. Martins, Gabriel Lopes Neto, Rubinho Afro, José Luis, Sérgio Canda, Edejô Eware, Luiz Eduardo, Teresa Lírio, Jaciara, Tia Maria, Hugo Tobias, Mestre Corvo, Darcy do Jongo da Serinha, Tia Ambrosina, Tia Tereza e Tio Nozinho, entre outros. A idéia da fundação do bloco teve início durante a visita da missão cultural da Fundação Leopold Sédar Senghor, na inauguração do Museu do Negro da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos. Tendo como padrinho o bloco baiano Ilê Aiyê, representado por Jetinha e Vovô, os fundadores reuniam-se no Bar do Nozinho, na Estrada do Portela, em Madureira, e entre dois nomes: Omodé (Os filhos do caçador) e Agbara Dudu (A força negra), escolheram o segundo. Sua bandeira traz as cores amarela, vermelha, preta e verde, as mesmas cores da bandeira da unidade africana (sonho de reunir a diáspora africana em uma só nação). A primeira sede foi inicialmente na Portelinha (antiga sede do Grêmio Recreativo e Escola de Samba Portela). Os ensaios às sextas-feiras eram transformados em verdadeiros encontros de cultura negra (comida, bebida, roupas, instrumentos, ritmos, ogãs, dançarinas etc) denominado “Terreirão senzala”. Nesta primeira sede o grupo deu início aos “Encontros das Entidades Negras”, no qual reuniam-se agremiações, artistas e entidades ligadas às artes e à política. Voltado para a comunidade, o grupo passou a desenvolver cursos, oficinas de dança e capoeira, além de debates, encontros e seminários sobre temas negros e afins. Outros eventos importantes desenvolvidos pelo grupo são: “Fest-Afro” (festival de músicas para a escolha da representante no desfile de cada ano) e “São João rastafari”, em junho. Em 1983, foi organizado a “2ª Noite da Beleza Negra”, no Clube Renascença, evento homônimo baseado na experiência do bloco padrinho Ilê Aiyê, culminando na escolha da “Rainha negra”.
O Agbara Dudu foi parte integrante, de inúmeros grandes eventos musicais,como Quizomba, A Festa da “Raça de Martinho da Vila, integrou a Turnê do Grupo Fundo de Quintal e Dona Ivone Lara no Japão, apresentando a vertente musical do nosso Samba Afro, no outro lado do Oceano. Outro participação musical Internacional do Agbara Dudu, o Clip do musico Gilberto Gil, para o festival, Past Mount da frança.
Participou de dois LPs, de coletânea,Canto do Povo, este primeiro integrado, por grandes nomes da musica negra brasileira, como Clementina de Jesus, já o LP, Terreiros e Quilombo, foi integrado, pelos Blocos afros do RJ,sob a produção do CEAP.
Participou também, da temporada musical da Sambista Beth Carvalho na casa noturna da Lapa, o Asa Branca. Nos anos 93 e 94.Realizou as oficinas de RAP, em sua sede, l com o Grupo, Artigo 288, tendo ainda desenvolvido oficinas de Jongo, com Mestre Darcy da Serrinha neste mesmo período.
